Em 26 de janeiro de 1921, na Escola Nacional de Belas Artes, foi criado o Instituto Brasileiro de Arquitetos. Os 27 profissionais presentes, estavam preocupados em proteger a profissão emergente, fosse estabelecendo uma tabela de honorários, lutando pela realização de concursos públicos de arquitetura e divulgando o ofício, fosse discutindo a formação e o exercício profissional.

Em 1934 o Brasil adotou uma nova Constituição e o Instituto Brasileiro de Arquitetos aproveitou para promover a primeira reforma estatutária e trocar de nome para o definitivo Instituto de Arquitetos do Brasil. No ano seguinte o IAB lançou seu primeiro boletim oficial e em 1936 a revista Arquitetura e Urbanismo, dirigida pelo ex-presidente Cipriano Lemos.
Durante a 2a Guerra foram criados os primeiros departamentos em São Paulo e Minas Gerais e Nestor Egydio de Figueiredo, o nono presidente da entidade, declarava o fim do revezamento dos sócios fundadores na presidência, abrindo campanha pela eleição de grandes nomes da arquitetura brasileira.

Dentro da nova ideia de eleger presidentes que não pertencessem ao grupo inicial, Paulo de Camargo e Almeida assumiu em 1943, passando a relacionar a prática profissional às questões políticas mais aabrangentes. Assim, o IAB se engajou na luta pela democracia, exigindo o fim da ditadura, a anistia, a libertação dos presos políticos e a instalação da Assembleia Nacional Constituinte. Em paralelo, partiu para a primeira entantiva de aquisição da sede própria, que só veio a se concretizar bem mais tarde.

Na década de 50, a presidência de Ary Garcia Rosa trabalhou para dar forma aos novos estatutos e impalntar a estrutura fderativa no instituto. Foi reformulada a regulamentação profissional e criado o COSU – Conselho Superior do IAB. A primeira reunião do COSU, em setembro de 1957, já contava com representantes de departamentos de quatro estados: São Paulo, RIo de Janeiro, Rio Grande do Sule Espírito Santo. Por conta desse novo formato Ary Garcia Rosa migrou para direção do IAB Nacional e Maurício Roberto assumiu o IAB-RJ. Com a inauguração de Brasília, criou-se o IAB-DF e o IAB-RJ transformou-se em IAB-GB. Nesse período surge também a Premiação Anual do IAB, uma ideia que vem dando certo até hoje.

Em 1963, o IAB já possuía departamentos em 11 estados e promovia mais uma revisão de seus estatutos.
Durante os anos 70, o IAB-GB implantou as comissões permanentes de trabalho, que continuam funcionando a pleno vapor, dando suporte ao nsitito em suas posições sobre os váriso temas específicos relacionados às nossas atividades profissionais.
Em 1975, com a fusão do Estado do RIo de Janeiro com a Guanabara, o IAB-GB voltou a se chamar IAB-RJ, com núcleos em Niterói e Volta Redonda.
Após estimular a criação da FAMERJ (Federação das Associações de Moradores do Estado do Rio de Janeiro) e da FAFERJ (Federação das Associações de Favelas do Rio de Janeiro) e levantar uma imensa discussão sobreo trajeto da auto-estrada Lagoa-Barra ao passar pela Gávea, o insituto mexeu mais uma vez em seus estatutos e criou o Conselho Deliberativo. Nessa época o IAB já possuía 25 departamentos estaudais, abrangendo praticamente todo território nacional. O IAB também foi chamado a participar da revisão do plano diretor da Barra da Tijuca.

fonte: Catálogo da exposição IAB 80 anos no Rio de Janeiro. Claudia Pinheiro (coord.). Rio de Janeiro: 2001