São justamente políticas de urbanização de favelas e de moradia que o IAB RJ historicamente defende e cobra, tendo como marco o Seminário Nacional de Habitação Social de 1963, em Quitandinha.
Apesar das adversidades, as comunidades simbolizam a força e a resiliência de uma parcela significativa da população que, mesmo sem seus direitos plenamente garantidos, constrói seu espaço, gera emprego e produz cultura.
Hoje, prestamos nossa homenagem às entidades, coletivos e profissionais que, assim como nós, lutam pelo direito à moradia. Reafirmamos nosso compromisso com uma arquitetura e um urbanismo que não segregam, mas atuam como instrumentos de reparação histórica, garantindo que o morador de favela tenha, de fato, seus direitos reconhecidos e respeitados.