O concurso é voltado a equipes lideradas por arquiteta ou arquiteto e urbanista diplomado, legalmente habilitado e com registro ativo no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). O regulamento também exige a participação de, pelo menos, uma mulher indígena brasileira, com atuação reconhecida nas áreas finalísticas da CAMI ou com formação superior em curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
As propostas classificadas em segundo e terceiro lugares receberão prêmios de R$ 30 mil e R$ 15 mil, respectivamente. A equipe autora do projeto vencedor será premiada com R$ 50 mil e firmará contrato com a Finatec no valor de R$ 777.869,47 para o desenvolvimento do projeto.
A iniciativa integra as metas do projeto “Diretrizes para o Projeto Arquitetônico e Executivo da Casa da Mulher Indígena”, desenvolvido pelo LAB Mulheres da FAU-UnB. O objetivo do concurso é selecionar a proposta, em nível de estudo preliminar, que apresente as ideias de arquitetura mais adequadas para a CAMI, em conformidade com as diretrizes estabelecidas no edital.
O concurso reforça o esforço conjunto da UnB, do LAB Mulheres, da Finatec e do IAB DF na promoção de soluções arquitetônicas sensíveis às especificidades territoriais, à preservação cultural e às necessidades de acolhimento das mulheres indígenas.